28.3.07

Understanding Games

Uma hipótese recorrente entre pessoas que estudam games é que quando alguém conseguir fazer um videogame sobre videogames, este poderá ser considerado um meio de comunicação completo.

E é mais ou menos isso o que o alemão Andreas Zecher está tentando fazer.

À imagem de Scott McCloud, que conseguiu com Desvendando os Quadrinhos (Understanding Comics) criar uma história em quadrinhos sobre histórias em quadrinhos, Zecher criou o Understanding Games, uma série que aborda de forma interativa conceitos básicos dos videogames.

Até o momento existem apenas três episódios, e apesar de o esforço de Zecher ser muito bem-vindo, o resultado não é muito satisfatório.

As simulações passam conceitos muito elementares e alguns até mesmo questionáveis, e em certos momentos os personagens, o tom ultra-didático e os joguinhos repetitivos se tornam cansativos.

A referência à McCloud no nome portanto é exagerada, Understanding Games não é o videogame metalinguístico definitivo, vale mesmo pela intenção do autor. Confira nos links:
:: Leia mais no Hipergame.

Marcadores: , ,

Adicionar esta notícia no Linkk
:: Procurando games em Flash? Que tal jogar agora no GameOZ.org

21.3.07

Arte e violência

Se o videogame é mesmo um meio de comunicação e um elemento de cultura, por que poucos assuntos relevantes aparecem na forma de games? Onde estão os games sobre assuntos sérios como, por exemplo, o Holocausto nazista?

Claro que existem dezenas de jogos sobre a Segunda Guerra, mas estes têm foco apenas na violência: são na grande maioria FPSs onde o jogador é sempre um soldado lutando no campo de batalha.

Não que exista algo errado com jogos assim, eu mesmo sou um fã das séries Call of Duty e Medal of Honor, mas por que o protagonista sempre deve ter uma arma? Por que não existe um personagem de videogames como o impotente Wladyslaw Szpilman no filme O Pianista: um artista tentando sobreviver em um mundo que de repente virou de pernas pro ar? Ou como Guido Orefice em A Vida é Bela, um pai de família que é obrigado a colocar seu próprio sofrimento de lado para proteger o filho dos horrores da guerra?

Foto: Guy Ferrandis, 2002

Há dezenas de outros assuntos que envolvem um cenário de guerra, não somente a parte onde os soldados atiram uns nos outros. Todos os outros meios de comunicação já perceberam isso, apenas os videogames insistem em nos trazer somente o lado violento (o que só favorece discursos conservadores como os do maluquinho Jack Thompson).

:: Leia o restante do artigo no Hipergame.

Marcadores: ,

Adicionar esta notícia no Linkk
:: Procurando games em Flash? Que tal jogar agora no GameOZ.org

27.2.07

Conclusão

"Não se fazem mais games como antigamente" é uma frase que todo mundo já ouviu inúmeras vezes. Tirando o sentimento de nostalgia que faz tudo que é antigo parecer melhor na nossa lembrança, a frase faz algum sentido? Os jogos antigos eram realmente melhores mesmo com gráficos muito mais limitados? Melhores em que? (...)

Scott McCloud tem uma teoria que diz que a "simplificação" gera "amplificação", ou seja, quanto mais cartunizada ou iconizada é uma imagem, mais significados subjetivos podemos dar a ela. Enquanto um rosto detalhado representa uma pessoa específica, um rosto composto por dois pontos e um traço representa todas as pessoas do mundo. Consequentemente uma imagem mais simplificada nos provoca maior empatia, há maior chance de nos identificarmos com ela (e pelo mesmo motivo as tentativas de alcançar o realismo pleno caem no vale da estranheza).

McCloud fala especificamente sobre quadrinhos, mas podemos perceber o fenômeno também nos videogames, um bom exemplo é o Adventure, um de meus jogos favoritos. Nele o protagonista é representado apenas por um quadrado, e isso deixa aberta a possibilidade de interpretação: ele pode ser tanto um cavaleiro, um soldado, um ninja espacial ou qualquer outra coisa que faça sentido para mim. Não especificar exatamente o que estamos vendo nos obriga a participar e completar o que está faltando, torna a obra mais interativa e, portanto, mais divertida. (Eu já argumentei por que acredito que a interatividade está intimamente ligada a diversão neste post.) (...)

Por trás disso tudo existe uma idéia muito usada na literatura, no cinema, nos quadrinhos e em outras formas de arte: a conclusão.

Parente das teorias de percepção visual da Gestalt, a conclusão é explicada por McCloud em Desvendando os Quadrinhos, um livro essencial para quem quer estudar qualquer área relacionada com linguagem visual. Em resumo, McCloud diz que muitas vezes só precisamos ver uma parte para entender o todo: se no primeiro quadrinho alguém se aproxima de uma porta e no quadrinho seguinte a pessoa está dentro da casa, concluímos todas as ações intermediárias como girar a maçaneta, abrir a porta, entrar etc. O mesmo acontece o tempo todo no cinema com os cortes entre as cenas, todas as ações não mostradas na tela são concluídas automaticamente por nosso cérebro, que completa as lacunas... (continua)

::Leia mais no Hipergame. Gostou? Opine no fórum

Marcadores: ,

Adicionar esta notícia no Linkk
:: Procurando games em Flash? Que tal jogar agora no GameOZ.org

2.2.07

Cross-player

Cross-player é um novo e ambicioso conceito que pode revolucionar os jogos para PC, ou no mínimo criar um novo gênero. Segundo os criadores do termo, é uma combinação entre single-player e multi-player.

A idéia, que é explicada pelo produtor Raphael Colantonio do estúdio francês Arkane no vídeo abaixo, está sendo posta em prática no desenvolvimento do game The Crossing, próximo título do estúdio. Há também uma ótima entrevista sobre o jogo no 1up.



Como em um single-player a "inteligência artificial é estúpida" e "multi-player é sem sentido", um jogo cross-player teria o envolvimento e a estrutura narrativa que existe em um jogo para um jogador, além de inimigos tão inteligentes quanto você, já que todos os NPCs (Non-Player Characters) são na verdade outros jogadores.

Imagine uma partida de Half-Life misturada com Battlefield, e enquanto um jogador é protagonista da história principal, outros competem entre si em um ranking. Outra possibilidade é que os jogadores controlem os "corpos" dos inimigos pelo caminho, como o agente Smith do filme Matrix...

:: Leia mais no Hipergame.

Marcadores: , ,

Adicionar esta notícia no Linkk
:: Procurando games em Flash? Que tal jogar agora no GameOZ.org

28.1.07

Videogames como Interfaces

(...) O que aconteceria se quiséssemos intencionalmente projetar interfaces na forma de videogames? E se a interface for propositalmente um jogo para desafiar o usuário?

Existem exemplos interessantes que seguem esse tipo de pensamento, e não só na área de produção de sites. É o caso do trabalho de Dennis Chao, que usa o jogo Doom como metáfora para a administração de sistemas em Linux.

Depois que a ID Software liberou o código original do jogo, Chao criou uma adaptação dele para gerenciar tarefas em uma rede, então o comando "kill", que funciona como metáfora para destruir um processo em andamento, torna-se óbvio visualmente para o administrador do sistema. Vale a pena conferir o artigo completo, que contém explicações muito mais detalhadas.

Outro exemplo de jogo como interface é o site do designer de
games e pesquisador Steffen P. Walz, onde todo o menu foi transformado em 4 jogos simples, e é possivel acessar cada área do site de diversas maneiras diferentes: atirando, clicando, ou rebatendo uma bola na seção correspondente.

Ele brinca chamando o conceito browse-by-playing de "navigame" ou "playvigate", e seu site é cheio de artigos e projetos interessantes sobre pesquisa em games.

(...)

Enfim, o videogame como interface, ou navigame (que é uma ótima palavra que passarei a adotar de hoje em diante), é um híbrido entre duas áreas que me interessam bastante, os videogames e a arquitetura da informação, e pode ser um excelente meio de tornar interfaces mais acessíveis (como no caso da experiência de Dennis Chao com Doom, que é sem dúvida menos assustador do que uma tela preta esperando linhas de código) ou simplesmente torná-las mais intensas e interativas para o usuário...

:: Leia mais no Hipergame.

Marcadores: , ,

Adicionar esta notícia no Linkk
:: Procurando games em Flash? Que tal jogar agora no GameOZ.org

24.1.07

Curso: Programação de Jogos em XNA


Segunda aula da série de vídeo aulas sobre Programação de Jogos em XNA. Esta aula mostra exemplos de jogos rodando no XBOX 360.

:: Perdeu a primeira aula? Clique aqui

Marcadores:

Adicionar esta notícia no Linkk
:: Procurando games em Flash? Que tal jogar agora no GameOZ.org

19.1.07

Curso: Programação de Jogos em XNA


Aula introdutória de programação de jogos (em português) usando XNA, software para desenvolvimento de games tanto para PC quanto para XBOX 360. Vídeo produzido por Matheus Borges, que promete fazer outros capítulos do curso e divulgar aqui no GameReporter.

Marcadores: , ,

Adicionar esta notícia no Linkk
:: Procurando games em Flash? Que tal jogar agora no GameOZ.org

12.1.07

Investimento em tecnologia e jogos educacionais

Os jogos eletrônicos estão presentes na vida cotidiana de crianças, adolescentes e adultos, e são instrumentos de mediação cultural que podem auxiliar na relação ensino-aprendizagem. Pensando nisso, o portal de conteúdo educativo Clickidéia projeta para este ano implantar uma área específica de jogos educacionais interdiscipli-
nares para atrair a atenção de alunos e professores. Os jogos serão desenvolvidos pela própria equipe do Clickidéia, em parceria com pesquisadores do Instituto de Biologia (IB) da Unicamp, coordenados pelo professor Eduardo Galembeck, responsável pelo Laboratório de Tecnologia Educacional do IB, que trabalha com software educacional e educação à distância.

“Hoje sabemos que recursos proporcionados pelos jogos eletrônicos despertam a atenção, motivando o estudo, principalmente de conceitos que muitas vezes são considerados desinteressantes ou abstratos demais”, afirma Cacilda Augusto Alvarenga, coordenadora pedagógica do portal, que tem a professora Vera Solferini, do IB/Unicamp, na coordenação geral. O conteúdo, que atenderá a todas as áreas (humanas, exatas e biológicas), será pensado para alunos dos ensinos fundamental e médio. Cada área já tem um especialista responsável pelo conteúdo disponibilizado (por exemplo, textos e recursos gráficos), além dos profissionais de tecnologia da informação e webdesigners responsáveis pela parte técnica e visual.

O Clickidéia já possui diversas ferramentas interativas para criação e publicação de trabalhos de alunos e professores. Entre elas, destaca-se o Baú de Idéias, espécie de blog através do qual os leitores têm a oportunidade de comentar os trabalhos disponibilizados. O portal, disponível há cerca de 5 anos, tem o apoio institucional da Unicamp e do CNpQ e hoje está presente em diversas escolas estaduais, sendo 132 apenas na Bahia. Atualmente, 250 mil alunos e 5.550 professores de todo o país têm acesso ao Clickidéia, onde já foram publicados 4.500 trabalhos. Duas escolas de Campinas (SP) funcionam como laboratório do portal. Elas acessam as novas ferramentas, metodologias e conteúdo, que são atualizados mensalmente, e avaliam. Atualmente o Clickidéia é de acesso restrito: apenas escolas, professores e alunos parceiros têm acesso.

Além de conteúdo, o Clickidéia também disponibiliza programas de capacitação para o processo de implantação da cultura digital nas escolas, que muitas vezes têm computadores, mas não têm projetos pedagógicos para a utilização dos recursos. “O uso das novas tecnologias nas escolas ainda é muito recente. Mesmo em instituições privadas, não existem muitos projetos para um uso adequado da Internet no ensino. Quando não há um trabalho pedagógico sistematizado e o direcionamento dos professores, um trabalho de pesquisa solicitado, por exemplo, pode muitas vezes resultar em um conteúdo desqualificado, até com erros conceituais”, diz Alvarenga.

“No caso dos jogos eletrônicos voltados para a educação, são poucas as instituições que investem na área. O objetivo de se desenvolver jogos interdisciplinares e implantá-los no portal é trabalhar conteúdo educativo através de jogos de estratégia, raciocínio e resolução de problemas relacionando às diferentes áreas de conhecimento. O jogo educativo é motivacional, pois possibilita interação que incentiva os alunos a acessarem o conteúdo várias vezes. A motivação é um dos elementos de grande importância para que a aprendizagem aconteça”, completa.

Outra instituição que trabalha com a tecnologia na aprendizagem é a Escola do Sítio, também de Campinas, que atende ao ensino fundamental. “O projeto inicial da escola, o Geração Clique, vem sofrendo algumas mudanças. No início, a idéia era aproveitar o interesse dos alunos e instrumentá-los com as novas tecnologias, para que eles próprios interferissem nas aulas juntamente com o professor, que passaria a se identificar mais com as ferramentas, adaptando suas aulas às tecnologias. O trabalho durou 4 anos desse modo, mas hoje, a Escola do Sítio utiliza outros caminhos”, afirma Maria Helena de Sá, diretora pedagógica da escola. Depois de certo tempo, percebeu-se que os alunos já não ajudavam mais os professores a se capacitarem nas novas tecnologias e que eles as utilizavam para fins pessoais e não escolares.

Quando a professora de inglês incentivou os alunos a criarem uma página para a web, utilizando a língua estrangeira, onde as crianças disponibilizariam textos curtos falando de seus interesses, a turma se envolveu com o projeto. Mas quando o tema era, por exemplo, Egito antigo, os alunos diziam preferir utilizar as novas tecnologias para falar de bandas. “Era divertido, mas fora do contexto escolar. Quando percebemos que estávamos nos utilizando de um ‘quase método’ que mostrava desgaste em relação ao interesse e desafio aos alunos, a escola resolveu repensar o projeto, que no início foi definitivamente inovador e possibilitou muito aprendizado tanto aos professores quanto aos alunos. Percebeu-se ainda que os professores não se envolviam muito com as tecnologias e que precisavam de capacitação para aplicá-las ao ensino, o que acontece hoje e possibilita mais trocas entre eles e os alunos”, completa Helena de Sá.

Exemplo de experiência interessante do Geração Clique foi o jogo Ortografia, criado por uma aluna da 5ª série, que possibilitou o envolvimento de colegas de sala e professores nas aulas de português. “Os colegas gostaram muito da experiência, pois era uma forma diferente de trabalhar esse conteúdo escolar. Mas ainda havia dificuldade da apropriação das tecnologias pelos professores, que passavam a depender dos alunos para desenvolver essa atividade com outras turmas”, diz a diretora pedagógica. O Geração Clique está sendo atualmente reavaliado e adaptado à realidade da escola; considerando ainda os avanços tecnológicos e a dificuldade da escola em acompanhá-los.

Enfim, os desdobramentos do Geração Clique serviram para hoje se ter a certeza de que a tecnologia nas escola deve ser adaptada as necessidades e oportunidades de ensino, para que não se criem ambientes artificiais de educação e se use as novas tecnologias, inclusive os jogos eletrônicos, como meios desafiantes para os alunos e professores, para esta geração que faz contas no computador e não mais apenas no papel. E não é só na escola que os jogos educam. A Délirus Entertainment, desenvolvedora de games também de Campinas, produziu jogos para celulares da Celplay para crianças, que objetivam conscientizá-las a respeito da preservação de animais em extinção e do meio-ambiente.

Marcadores: ,

Adicionar esta notícia no Linkk
:: Procurando games em Flash? Que tal jogar agora no GameOZ.org

8.1.07

Onde estudar games?

Conheça 21 indicações de graduação e pós-graduação em games. A PC World fez um levantamento de graduação e pós-graduação em jogos eletrônicos no Brasil e no exterior. Veja a lista completa aqui

Marcadores:

Adicionar esta notícia no Linkk
:: Procurando games em Flash? Que tal jogar agora no GameOZ.org

5.1.07

Super Columbine Massacre RPG



Super Columbine Massacre RPG! é um jogo criado pelo artista Danny Ledonne que trata dos acontecimentos no estado estadunidense de Colorado em abril de 1999, quando dois adolescentes assassinaram 12 colegas de escola, uma professora, feriram mais 24 e cometeram suicídio logo em seguida.

O jogo, disponível para download gratuitamente, usa um acontecimento polêmico para gerar visibilidade para si mesmo, o que já foi feito anteriormente por JFK Reloaded...

:: Leia mais: confira o restante do artigo no Hipergame.

Marcadores: , ,

Adicionar esta notícia no Linkk
:: Procurando games em Flash? Que tal jogar agora no GameOZ.org

18.12.06

Evento quer discutir outro lado dos games

A Serious Game Summit Game Developer Conference 2007, que reúne profissionais com o objetivo de explorar um outro aspecto dos games, voltado para treinamentos e informação, foi marcada para os dias 5 e 6 de março de 2007, em São Francisco, Califórnia, EUA. Na agenda do evento estão palestras sobre desenvolvimento de personagens nos serious games (SGs), técnicas de persuasão e expressão nos jogos, bem como abordagens voltadas para a psicologia e nutrição para alunos de escolas americanas.

:: A fonte: site da Geek
:: O evento: Serious Games Summit

Marcadores:

Adicionar esta notícia no Linkk
:: Procurando games em Flash? Que tal jogar agora no GameOZ.org

Desenvolvimento de Jogos Digitais para Celulares

Um mercado de aproximadamente 80 milhões de celulares requer a portabilidade e disponibilidade da maior opção de entretenimento mundial: os jogos digitais. Nesse mercado, todos saem ganhando: as operadoras de telefonia móvel, com o aumento das receitas pelo maior fluxo de dados; os usuários, que se divertem com os jogos a qualquer momento e em qualquer lugar; e as empresas, que disponibilizam serviços em um ambiente interativo e com um custo computacional bem abaixo de outras plataformas.

Esta é a perspectiva dos profissionais do setor de jogos para celulares de acordo com dados da Abragames - Associação Brasileira de Games, órgão responsável por reger as empresas de jogos do Brasil. Até o fim de 2006, este número deve chegar a 86 milhões de aparelhos. Em um mercado em expansão em que a tecnologia fala mais alto e evolui muito rápido, egressos de diferentes cursos da área de tecnologia encontram espaço. É sob esta perspectiva que a PUC Minas oferece o curso de especialização em Desenvolvimento de Jogos Digitais para Celulares.

Além do amplo mercado, os jogos para celulares são produzidos a partir de investimentos de baixo valor, utilizam equipes pequenas e exigem curto tempo para desenvolvimento se comparados aos jogos para computadores, muito mais complexos. "Vivemos um momento em que a grande demanda causada pela enorme base de usuários faz com que os profissionais especializados nesta área sejam rapidamente absorvidos pelo mercado", explica o prof. Marcelo Nery, um dos coordenadores do curso.

Objetivos: formar profissionais qualificados para atuar no mercado de jogos digitais, com uma base de conhecimentos práticos e teóricos, que os tornem capazes de projetar, desenvolver, implantar e gerenciar modernas tecnologias aplicadas aos celulares, dispositivos com maior acesso pela comunidade do que os computadores.

Público-alvo : formado por profissionais de nível superior, que tenham interesse ou já atuem no mercado de jogos, e que desejem aprimorar seus conhecimentos. O curso terá a duração de 360 horas-aula, sendo oferecido às quartas e quintas-feiras na unidade São Gabriel, das 19:00 às 22:30.

Informações: Ligue para 0800 283 3280

Marcadores:

Adicionar esta notícia no Linkk
:: Procurando games em Flash? Que tal jogar agora no GameOZ.org

14.12.06

Física para games: já ouviu falar?

Marcadores:

Adicionar esta notícia no Linkk
:: Procurando games em Flash? Que tal jogar agora no GameOZ.org

1.12.06

Trabalhar com games não é só diversão

Você acha que um emprego na indústria do videogame envolve guerrear com monstros e enfrentar missões virtuais o dia inteiro, todos os dias? Melhor mudar de idéia. Davi Hodgson, autor do livro “Paid to Play: An Insider's Guide to Video Games Careers” (algo como “Pago para jogar: um guia de carreira em videogames", tradução livre), diz que as jornadas de trabalho são longas, os prazos são apertados e o trabalho pode ser monótono. Leia mais


:: Matéria completa: G1 Tecnologia
:: Na Amazon: tem o livro para vender

Marcadores:

Adicionar esta notícia no Linkk
:: Procurando games em Flash? Que tal jogar agora no GameOZ.org

13.11.06

Ninguém quer escutar?

John Hopson, um acadêmico que trabalha na indústria de games, escreveu o artigo "We're Not Listening: An Open Letter to Academic Game Researchers" que explica por que os desenvolvedores de games não estão dando ouvidos para os acadêmicos, e explica o que os pesquisadores devem fazer para reverter toda esta situação. Opine! :)

:: A fonte: o excelente Hipergame, do Lucas Haeser

Marcadores:

Adicionar esta notícia no Linkk
:: Procurando games em Flash? Que tal jogar agora no GameOZ.org

19.10.06

Conferência sobre desenvolvimento de games

Que tal aprender mais sobre games em alto mar? A Microsoft Research recebe papers até 5 de novembro sobre Gaming in Computer Science para o Academic Days Conference on Game Development.

Gostou? Ano passado alguns brasileiros participaram. O evento vai acontecer de 22 a 25 de fevereiro de 2007. Se algum leitor do GameReporter.org participar do evento, terá que contar tudo para a gente, ok?

:: Para mais informações: clique aqui

Marcadores:

Adicionar esta notícia no Linkk
:: Procurando games em Flash? Que tal jogar agora no GameOZ.org

18.10.06

Livro: Programação de Jogos com C++ e DirectX

Para o desenvolvimento da indústria nacional de games, mais do que incentivo do governo federal, o país precisa de produção de conhecimento: cursos, graduações, pós-graduações, mestrados, grupos de estudo, iniciativas pessois e muito mais. O mercado cresce gradativamente, mas ainda não temos uma grande produção nacional. Enquanto o boom não chega, temos mais é que estudar, não acham?

Se a sua praia é programação, tem ficar de olho neste livro (capa ao lado) que é destinado a todos aqueles que desejam entender os princípios da programação de jogos, além de aprofundar os conhecimentos sobre a programação gráfica.

A expansão contínua do mercado de jogos oferece grandes oportunidades para profissionais na área de programação. Com a constante evolução do hardware, este segmento do entretenimento eletrônico também apresenta muitos desafios, exigindo cada vez mais qualificação dos programadores, especialmente daqueles que se dedicam à programação gráfica. Este livro descreve a linguagem C++ e a tecnologia DirectX, desenvolvida pela Microsoft, que são as ferramentas mais utilizadas para o desenvolvimento de jogos com qualidade profissional.

C++ é a linguagem utilizada na maioria dos grandes projetos de jogos eletrônicos, possuindo inúmeras vantagens em relação a outras linguagens de mais alto ou baixo nível. DirectX é uma API que fornece um conjunto de funcionalidades de grande utilidade para o desenvolvimento de jogos, sendo considerada padrão na plataforma Windows. Apresenta uma interface de alto nível, permitindo acesso aos recursos avançados de hardware das placas gráficas 3D, sem a necessidade de conhecer as particularidades de cada hardware.

O livro está dividido em duas partes. Na primeira parte, consta uma visão geral da linguagem C++, desde os fundamentos até os principais aspectos da orientação a objetos. A segunda parte apresenta a API DirectX, após uma introdução aos termos e operações lógicas e matemáticas que constituem a base da programação gráfica. Serão vistos também diversos conceitos presentes na programação de jogos e aplicativos multimídia.

Principais temas abordados no livro:

Parte I
  • Uso de variáveis e funções em C++
  • Matrizes, strings e ponteiros em C++
  • Estruturas, classes, uniões e demais tipos de dados definidos pelo usuário
Parte II
  • Conceitos fundamentais da computação gráfica, tais como: sistemas de projeção, transformação com matrizes e modos de renderização
  • Inicialização de janelas com Win32 e criação do dispositivo de Direct3D para acessar o hardware gráfico
  • Renderização de polígonos, texturização, utilização de materiais, iluminação, efeito de neblina e transparência com Direct3D
  • Diferentes sistemas de câmera em primeira e terceira pessoas
  • Diversos modos de animação, translação, rotação e deformações por vértice com personagens 3-D animados
  • Frustum culling para otimização e redução de geometria processada no pipeline
  • Criação de sistema para geração de mapas e cenários 3-D
  • Efeitos sonoros com DirectSound
  • Reprodução de músicas com DirectMusic
:: Onde comprar: visite o site da Novatec e baixe o Capítulo 23

Marcadores:

Adicionar esta notícia no Linkk
:: Procurando games em Flash? Que tal jogar agora no GameOZ.org

17.10.06

Curso de Tecnologia em Jogos Digitais na PUC-SP

O Curso Superior em Tecnologia em Jogos Digitais é o curso ideal para os interessados em games (jogos eletrônicos para computador) que desejem se tornar desenvolvedores. Ele pode ser uma segunda opção de Curso de Graduação para os profissionais formados nas áreas de computação,tecnologia e mídias digitais, multimeios, publicidade, e em áreas da ciências humanas que pretendam se dedicar ao desenvolvimento de jogos utilizando seus conhecimentos já adquiridos, fornecendo-lhes uma nova dimensão dentro da cultura do videogame.

Da mesma forma, ele também se constitui numa excelente oportunidade para os profissionais da área digital que ainda não concluíram a graduação e queiram focar sua formação no desenvolvimento e produção de games. Ele visa a todos aqueles que desejam se dedicar ao desenvolvimento de games.

:: Para saber mais: acesse o site do Vestibular da PUC-SP

Marcadores:

Adicionar esta notícia no Linkk
:: Procurando games em Flash? Que tal jogar agora no GameOZ.org

n